A Prefeitura de
Registro publicou nesta terça-feira, 4/02, o edital de Concurso Público para
preenchimento de 110 vagas em 53 cargos. O edital foi publicado no Jornal
Notícias do Vale e também pode ser acessado no site da Prefeitura
(www.registro.sp.gov.br). As inscrições estarão abertas no período de 10 de
fevereiro a 11 de março e deverão ser feitas exclusivamente no site
www.omegaitu.com.br.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Prefeitura de Registro realizará concurso público para 110 vagas
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Água do Vale do Ribeira só chega à capital em 2018
Interior
No interior,
municípios abastecidos pela Sabesp, no Médio Tietê e na região central do Estado,
já enfrentam problemas de abastecimento, mas a companhia ainda não prevê bônus
para quem reduzir o consumo. A medida, que prevê desconto de até 30% para quem
cortar até 20% no consumo de água, vale apenas para os municípios abastecidos
pelo Sistema Cantareira, que atende as regiões central e norte da capital. Isso
porque, segundo a Sabesp, os demais sistemas ainda têm reserva de água em nível
satisfatório. Na capital, o incentivo valerá deste mês até setembro e será
calculado com base na média de consumo dos últimos 12 meses. segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
CIDADE DO BOM JESUS DA RIBEIRA
Você sabia que
Iguape já foi chamada de CIDADE DO BOM JESUS DA RIBEIRA? Vamos conhecer um
pouco dessa história. A Vila de Iguape foi elevada à categoria de cidade
através da Lei Provincial nº 17, de 3 de abril de 1849, com o nome de Bom Jesus
da Ribeira. Evidentemente, houve protesto por parte da população e das
autoridades devido ao novo nome, o que levou a Câmara, então sob a presidência
do alferes José Xavier de Almeida e Cruz, a assim se manifestar:
"Foi também geral o desgosto pela
substituição do título primordial de Iguape, pelo de Ribeira, não só porque
aquele título foi dado a fundação desta hoje cidade, como porque a fé do povo
hé dedicada ao Senhor Bom Jesus de Iguape."
O padre da nova cidade, José Alves Carneiro,
também manifestou seu desagrado pela mudança do nome de Iguape, escrevendo em
1849 no Livro do Tombo que "a mudança de nome de Iguape para da Ribeira
foi infundada, muito desgostou o povo desta Paróchia, tanto assim que, a
despeito da Lei, se continua a chamar Cidade do Senhor Bom Jesus de Iguape, e
assim será sempre chamada."
Finalmente, no
ano seguinte, atendendo aos protestos do povo iguapense, o Governo Provincial,
através da Lei nº 3, de 3 de maio de 1850, mudou o nome da cidade para Bom
Jesus de Iguape, que a tradição, a partir de então, simplificou para Iguape.
(Do livro "IGUAPE...
NOSSA HISTÓRIA" (2000), de Roberto Fortes).
UMA VELHA CRÔNICA – Publicada no jornal Tribuna de Iguape
HISTÓRIA (MEIO INVENTADA) DE IGUAPE
Numa propriedade real portuguesa, bem
abaixo da linha do Equador, alguns aventureiros desmazelados, aborrecidos por
trabalhar muito e ganhar pouco no corte do pau encarnado, safaram-se dos
patrões e junto com suas famílias se amoitaram numa praia deserta. Ali, a salvo
do comando de reinóis, do risco de piratas e do peso dos cepos de pau, limparam
o terreno, levantaram choças e ficaram matando o tempo, no bem-bom. Quando dava
na telha, os homens pescavam peixes gordos e plantavam roças anêmicas. Pra
matar o tempo, pitavam cigarros de barba-de-pau, enrolados em palha de milho.
Quando preciso surravam os filhotes com vara de bambu. As mulheres,
cantarolando pela metade músicas arcaicas, lavavam panelas de barro e panos de estamenha
e pariam crianças raquíticas, enrugadas e choramingas; os velhos, sentados em
tocos de árvores, tiravam baforadas azuladas do pito de barro, cuspinhavam nas
formigas marchadeiras e resmungavam.
Num dia incerto chegou a novidade: a
terra não era mais lusitana, agora era castelhana, e ninguém podia continuar
caranguejando pelas praias. Os aventureiros mandriões, as mulheres de
cocoroque, as crianças de nariz sujo e os velhos rabugentos tiveram que sair da
praia e partir para outras bandas, no meio do mato. Caminharam, suaram,
praguejaram e, enfim, acharam um lugar pra moradia, atrás de um morro soberbo
que tinha uma pedra no meio da fachada, feito olho de gigante, e perto de um
rio que vinha de longe. Ali se assentaram, fincaram moirões, levantaram
choupanas e tocaram a vida.
No correr dos anos, a planura vigiada
pelo gigante de olho grande foi-se enchendo de gente e mais gente, que brotava
da floresta braba e dos mares sem fim, feito andorinhas no verão. Mas o verão
desse povo não era feito de sol quente, e sim de promessas de riqueza: no fundo
do rio sonolento, brilhavam tesouros sem fim. E tome ferramentas pra cá e
escravos pra lá, e começou a mariscagem de ouro. O lugarejo cresceu, um padre
surgiu e decretou: “vila de gente cristã tem que ter igreja!”. Então levantaram
a igreja numa praça e todos puderam rezar, batizar os piás e casar no lugar
sagrado. Rezaram tanto e tão bem que, por artes milagrosas, a imagem de um
Santo poderoso surgiu numa praia distante e foi trazida para a vila. Lavada e
entronizada, a imagem se firmou de garantia dos cidadãos, nas suas agruras e
combates.
Isso durou um tempo, até que os
homens de peso acharam que a igreja primeira era pequena demais para a
importância do Santo milagroso e resolveram construir outra, maior. Assim que o
Santo se viu bem tratado, começou a fazer milagres e mais milagres, em favor
dos moradores e forasteiros. O ouro do rio, o arroz das roças e mais as
providências do Santo fizeram a vila prosperar e tomar jeito. Surgiram casarões
de pedra de dois andares, criaram-se clubes e teatros e refinaram-se os
costumes.
Mas, repetindo a desgraça de Babel,
junto com o progresso veio o egoísmo, a vaidade e o desentendimento entre o
povo e, aí, o Santo milagroso parou de ajudar: o ouro sumiu, o curuquerê comeu
o arroz, a manjuba só dá pro gasto, proibiram a colheita do palmito e da
cacheta e as querelas políticas fizeram o resto. A cidade de Iguape, com seus
teatros, cinemas, indústrias e navios virou coisa do passado. Hoje em dia, a
cada nova eleição, o povo reza pro Santo Milagroso, renovando suas esperanças
na volta do Paraíso perdido.
Vale do Ribeira abriga alguns dos municípios com IDH mais baixos dos estados de SP e PR – DO GOOGLE
O Vale do Ribeira não é apenas conhecido por abrigar o maior
remanescente contínuo da Mata Atlântica ou por abrigar as maiores concentrações
de cavernas calcárias do mundo. A região, localizada entre os estados do Paraná
e São Paulo, abriga municípios com os menores Índices de Desenvolvimento Humano
(IDH) desses estados.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Mesatenistas de Registro participam de Campeonato Brasileiro Intercolonial
Entre os dias 24 e 26 de janeiro, a cidade de Ourinhos/SP sediou o 64º Campeonato Brasileiro Intercolonial de Tênis de Mesa, considerado o maior evento de tênis de mesa da América Latina. Entre os mais de 800 atletas de diversas regiões do Brasil, como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Brasília, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a cidade de Registro foi representada por 18 atletas, que integraram a Seleção Sudoeste do Estado de São Paulo. Todos os atletas fazem parte da ARTEME/ACER (Associação Registrense de Tênis de Mesa) e conquistaram ótimos resultados para a cidade.
PREFEITO NO FACEBOOK
O
Prefeito de Iguape, Tony Ribeiro, tem uma página movimentadíssima, no Facebook.
Acho isso ótimo. Autoridades modernas não devem ficar escondidas em gabinetes,
como se fazia no passado. Não é só o fato de “dar a cara prá bater”, mas estar
presente no dia-a-dia dos cidadãos, o que hoje é bem fácil, dada a rapidez das
comunicações.
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