quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Prefeitura de Registro realizará concurso público para 110 vagas


 
 
A Prefeitura de Registro publicou nesta terça-feira, 4/02, o edital de Concurso Público para preenchimento de 110 vagas em 53 cargos. O edital foi publicado no Jornal Notícias do Vale e também pode ser acessado no site da Prefeitura (www.registro.sp.gov.br). As inscrições estarão abertas no período de 10 de fevereiro a 11 de março e deverão ser feitas exclusivamente no site www.omegaitu.com.br.

 Os candidatos que não têm acesso à internet poderão fazer a inscrição no Centro de Inclusão Digital (CID) localizado na Praça dos Expedicionários, de segunda à sexta-feira, das 9h às 16h. É preciso levar documento de identidade original.

 O valor da inscrição realizada diretamente via Internet deverá ser paga somente através do boleto bancário disponibilizado no site. A taxa varia de R$ 17 a R$ 42, conforme o grau de escolaridade exigido para os cargos.

 As provas estão previstas para serem realizadas no dia 23 de março, sendo que a confirmação das datas e as informações sobre horários e locais serão divulgadas, oportunamente, através de Edital de Convocação no Jornal Notícias do Vale e no site da Prefeitura.

 O concurso público será realizado para os seguintes cargos: Agente Administrativo, Agente de Vigilância Sanitária, Agente de Combate às Endemias, Agente Organizador de Arquivo, Agente Técnico Fiscal, Analista Contábil, Assistente Social, Atendente Escolar, Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, Auxiliar de Serviços Gerais (feminino), Auxiliar de Serviços Gerais (masculino), Bibliotecário, Cirurgião Dentista, Contador, Coordenador de Desenvolvimento Infantil, Coordenador Pedagógico, Cuidador Escolar, Cuidador Social, Educador em Saúde Pública, Enfermeiro, Engenheiro em Segurança do Trabalho, Fiscal de Obras e Posturas, Médico Clínico Geral de Atuação e Referência e Atenção a Micro Área de Saúde, Médico do Trabalho, Médico Pediatra de Atuação e Referência e Atenção a Micro Área de Saúde, Merendeira, Motorista, Motorista de Ambulância, Motorista de Caminhão e Basculante, Nutricionista, Operador de Máquinas, Orientador social, Professor de Desenvolvimento Infantil – Nível I, Professor de Desenvolvimento Infantil – Nível II, Professor de Educação Física, Professor de Educação Infantil – Nível I, Professor de Educação Infantil – Nível II, Professor de Ensino Fundamental – Nível I, Professor de Ensino Fundamental – Nível II, Professor substituto de desenvolvimento infantil – nível I, Professor Substituto de Desenvolvimento Infantil – Nível II, Professor Substituto de Educação Infantil – Nível I, Professor Substituto de Educação Infantil – Nível II, Professor Substituto de Ensino Fundamental – Nível I, Professor Substituto de Ensino Fundamental – Nível II, Psicólogo, Supervisor de Ensino, Técnico de Enfermagem, Técnico Desportivo, Técnico em Informática, Técnico em Segurança do Trabalho, Tratorista e Vigia.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Água do Vale do Ribeira só chega à capital em 2018



 
Uma obra da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) vai trazer 4,7 mil litros de água por segundo da bacia do Rio Ribeira para a Região Metropolitana de São Paulo, que enfrenta crise no abastecimento. O problema é que o sistema só deve ficar pronto em 2018, dois anos mais tarde que a previsão inicial.

 A captação será feita na represa Cachoeira do França, formada pelo rio Juquiá, entre Juquitiba e Ibiúna, no Vale do Ribeira, a cem quilômetros da capital. A água será bombeada para vencer um desnível de 300 metros na Serra da Paranapiacaba e atenderá 1,5 milhão de moradores de Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Santana de Parnaíba e Vargem Grande Paulista.

 A obra ainda está na fase de instalação dos canteiros. O investimento de R$ 2,2 bilhões será das construtoras Camargo Correa e Andrade Gutierrez, através de contrato de Parceria Público-Privada (PPP) assinado com a Sabesp. O novo sistema será interligado aos que já abastecem a Grande São Paulo. O último a ser criado foi o Alto Tietê, concluído em 1993.

 A falta de chuvas e o calor colocam a capital e a região metropolitana em risco de racionamento. Nesta segunda-feira, 3, o nível do Sistema Cantareira estava em 21,4% da capacidade – há uma semana era de 23,1%. Já o do Alto Tietê caiu de 45,6% para 43,9%. De acordo com a Sabesp, os níveis não param de baixar, quando deveriam subir, já que este é o período de chuvas mais intensas.

Interior
No interior, municípios abastecidos pela Sabesp, no Médio Tietê e na região central do Estado, já enfrentam problemas de abastecimento, mas a companhia ainda não prevê bônus para quem reduzir o consumo. A medida, que prevê desconto de até 30% para quem cortar até 20% no consumo de água, vale apenas para os municípios abastecidos pelo Sistema Cantareira, que atende as regiões central e norte da capital. Isso porque, segundo a Sabesp, os demais sistemas ainda têm reserva de água em nível satisfatório. Na capital, o incentivo valerá deste mês até setembro e será calculado com base na média de consumo dos últimos 12 meses.

 Da Agência Estado

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

CIDADE DO BOM JESUS DA RIBEIRA


          

             Você sabia que Iguape já foi chamada de CIDADE DO BOM JESUS DA RIBEIRA? Vamos conhecer um pouco dessa história. A Vila de Iguape foi elevada à categoria de cidade através da Lei Provincial nº 17, de 3 de abril de 1849, com o nome de Bom Jesus da Ribeira. Evidentemente, houve protesto por parte da população e das autoridades devido ao novo nome, o que levou a Câmara, então sob a presidência do alferes José Xavier de Almeida e Cruz, a assim se manifestar:

            "Foi também geral o desgosto pela substituição do título primordial de Iguape, pelo de Ribeira, não só porque aquele título foi dado a fundação desta hoje cidade, como porque a fé do povo hé dedicada ao Senhor Bom Jesus de Iguape."

            O padre da nova cidade, José Alves Carneiro, também manifestou seu desagrado pela mudança do nome de Iguape, escrevendo em 1849 no Livro do Tombo que "a mudança de nome de Iguape para da Ribeira foi infundada, muito desgostou o povo desta Paróchia, tanto assim que, a despeito da Lei, se continua a chamar Cidade do Senhor Bom Jesus de Iguape, e assim será sempre chamada."

            Finalmente, no ano seguinte, atendendo aos protestos do povo iguapense, o Governo Provincial, através da Lei nº 3, de 3 de maio de 1850, mudou o nome da cidade para Bom Jesus de Iguape, que a tradição, a partir de então, simplificou para Iguape.

(Do livro "IGUAPE... NOSSA HISTÓRIA" (2000), de Roberto Fortes).

UMA VELHA CRÔNICA – Publicada no jornal Tribuna de Iguape



             HISTÓRIA (MEIO INVENTADA) DE IGUAPE

        Numa propriedade real portuguesa, bem abaixo da linha do Equador, alguns aventureiros desmazelados, aborrecidos por trabalhar muito e ganhar pouco no corte do pau encarnado, safaram-se dos patrões e junto com suas famílias se amoitaram numa praia deserta. Ali, a salvo do comando de reinóis, do risco de piratas e do peso dos cepos de pau, limparam o terreno, levantaram choças e ficaram matando o tempo, no bem-bom. Quando dava na telha, os homens pescavam peixes gordos e plantavam roças anêmicas. Pra matar o tempo, pitavam cigarros de barba-de-pau, enrolados em palha de milho. Quando preciso surravam os filhotes com vara de bambu. As mulheres, cantarolando pela metade músicas arcaicas, lavavam panelas de barro e panos de estamenha e pariam crianças raquíticas, enrugadas e choramingas; os velhos, sentados em tocos de árvores, tiravam baforadas azuladas do pito de barro, cuspinhavam nas formigas marchadeiras e resmungavam.

         Num dia incerto chegou a novidade: a terra não era mais lusitana, agora era castelhana, e ninguém podia continuar caranguejando pelas praias. Os aventureiros mandriões, as mulheres de cocoroque, as crianças de nariz sujo e os velhos rabugentos tiveram que sair da praia e partir para outras bandas, no meio do mato. Caminharam, suaram, praguejaram e, enfim, acharam um lugar pra moradia, atrás de um morro soberbo que tinha uma pedra no meio da fachada, feito olho de gigante, e perto de um rio que vinha de longe. Ali se assentaram, fincaram moirões, levantaram choupanas e tocaram a vida. 

          No correr dos anos, a planura vigiada pelo gigante de olho grande foi-se enchendo de gente e mais gente, que brotava da floresta braba e dos mares sem fim, feito andorinhas no verão. Mas o verão desse povo não era feito de sol quente, e sim de promessas de riqueza: no fundo do rio sonolento, brilhavam tesouros sem fim. E tome ferramentas pra cá e escravos pra lá, e começou a mariscagem de ouro. O lugarejo cresceu, um padre surgiu e decretou: “vila de gente cristã tem que ter igreja!”. Então levantaram a igreja numa praça e todos puderam rezar, batizar os piás e casar no lugar sagrado. Rezaram tanto e tão bem que, por artes milagrosas, a imagem de um Santo poderoso surgiu numa praia distante e foi trazida para a vila. Lavada e entronizada, a imagem se firmou de garantia dos cidadãos, nas suas agruras e combates.

          Isso durou um tempo, até que os homens de peso acharam que a igreja primeira era pequena demais para a importância do Santo milagroso e resolveram construir outra, maior. Assim que o Santo se viu bem tratado, começou a fazer milagres e mais milagres, em favor dos moradores e forasteiros. O ouro do rio, o arroz das roças e mais as providências do Santo fizeram a vila prosperar e tomar jeito. Surgiram casarões de pedra de dois andares, criaram-se clubes e teatros e refinaram-se os costumes.

          Mas, repetindo a desgraça de Babel, junto com o progresso veio o egoísmo, a vaidade e o desentendimento entre o povo e, aí, o Santo milagroso parou de ajudar: o ouro sumiu, o curuquerê comeu o arroz, a manjuba só dá pro gasto, proibiram a colheita do palmito e da cacheta e as querelas políticas fizeram o resto. A cidade de Iguape, com seus teatros, cinemas, indústrias e navios virou coisa do passado. Hoje em dia, a cada nova eleição, o povo reza pro Santo Milagroso, renovando suas esperanças na volta do Paraíso perdido.

 

Vale do Ribeira abriga alguns dos municípios com IDH mais baixos dos estados de SP e PR – DO GOOGLE


 

O Vale do Ribeira não é apenas conhecido por abrigar o maior remanescente contínuo da Mata Atlântica ou por abrigar as maiores concentrações de cavernas calcárias do mundo. A região, localizada entre os estados do Paraná e São Paulo, abriga municípios com os menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) desses estados.

 Entre as cidades do Vale, estão cidades como Barra do Chapéu e Itapirapuã Paulista que têm IDH menores de 0,65. Para se ter uma melhor ideia do que esse dado significa, é importante lembrar que os cinco estados com maiores IDH no Brasil são, respectivamente, Distrito Federal (0,844), São Paulo (0,814), Rio Grande do Sul (0,809), Santa Catarina (0,806) e Rio de Janeiro (0,802), situando-se na faixa de alto desenvolvimento humano. Todos os demais encontram-se na categoria de médio desenvolvimento humano. Os cinco IDH mais baixos referem-se aos estados de Alagoas (0,633), Maranhão (0,647), Piauí (0,673), Paraíba (0,678) e Sergipe (0,687).

 O conceito de Desenvolvimento Humano é a base do Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH), publicado anualmente, e também do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Ele parte do pressuposto de que para aferir o avanço de uma população não se deve considerar apenas a dimensão econômica, mas também outras características sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidade da vida humana.

 Este índice foi criado por Mahbub ul Haq, com a colaboração do economista indiano Amartya Sen, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 1998. O IDH tem como objetivo oferecer um contraponto a outro indicador muito utilizado, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que considera apenas a dimensão econômica do desenvolvimento. Além de computar o PIB per capita, depois de corrigi-lo pelo poder de compra da moeda de cada país, o IDH também leva em conta a longevidade (utilizando números de expectativa de vida ao nascer) e a educação (avaliado pelo índice de analfabetismo e pela taxa de matrícula em todos os níveis de ensino).

 O IDH é considerado um índice-chave dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas.

 
Confira abaixo os números referentes ao IDH dos municípios do Vale do Ribeira:

 
Apiaí (SP) - 0,716

 
Barra do Chapéu (SP) - 0,642

 
Barra do Turvo (SP) - 0,662

 
Eldorado (SP) - 0,733

 
Iporanga (SP) - 0,692

 
Itaóca (SP) - 0,650

 
Itapirapuã Paulista (SP) - 0,645

 
Ribeira (SP) - 0,677

 
Sete Barras (SP) - 0,731

 
Cerro Azul (PR) - 0,721

 
Adrianópolis (PR) - 0,748

 
Tapiraí (SP) - 0,738

 
Juquiá (SP) - 0,742

 
Itariri (SP) - 0,749

 
Iguape (SP) - 0,757

 
Jacupiranga (SP) - 0,759

 
Pariquera-Açu (SP) - 0,770

 
Cananéia (SP) - 0,775

 
Registro (SP) - 0,777

 
Ilha Comprida (SP) - 0,803

 
Miracatu (SP) - 0,752

 
Pedro de Toledo (SP) - 0,729

 
Cajati (SP) - 0,751

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Mesatenistas de Registro participam de Campeonato Brasileiro Intercolonial


 

Entre os dias 24 e 26 de janeiro, a cidade de Ourinhos/SP sediou o 64º Campeonato Brasileiro Intercolonial de Tênis de Mesa, considerado o maior evento de tênis de mesa da América Latina. Entre os mais de 800 atletas de diversas regiões do Brasil, como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Brasília, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a cidade de Registro foi representada por 18 atletas, que integraram a Seleção Sudoeste do Estado de São Paulo. Todos os atletas fazem parte da ARTEME/ACER (Associação Registrense de Tênis de Mesa) e conquistaram ótimos resultados para a cidade.

 
Destaque para Henrique Noguti que sagrou-se campeão individual na categoria Pré-Pré Mirim, conquistando o segundo título consecutivo (2013 e 2014). Henrique Noguti e Flavio Shiray também foram campeões por equipes na categoria Pré-Pré Mirim, título inédito para Registro. Confira outros resultados conquistados pela equipe:

 
Fernanda Sasaki – 5º Lugar individual na categoria Infantil;

 
Dra. Ignez Moraes – 5º Lugar individual na categoria Super Super Lady;

 
Ayumi Shiray – 4º lugar por Equipes na categoria Pré-Pré Mirim;

 
João Victor Kanagushiko – 4º lugar individual e por Equipes na cat. Infantil;

 
Gustavo Noguti e Henri Sasaki – 5º lugar por Equipes na categoria Mirim;

 
Katya Shiray – 4º lugar por Equipes na categoria Lady;

 
Cecília Kanachiro – 6º lugar por Equipes na categoria Pré Mirim;

 
Renato Odake – 2º Lugar individual na categoria Pré-Pré Mirim (Torneio Consolação);

 
Ayumi Shiray – 2º Lugar individual na categoria Pré-Pré Mirim (Torneio Consolação);

 
Leandro Oyadomari – 4º Lugar individual na categoria Pré-Pré Mirim (Torneio Consolação);

 
Enzo Ussuki – 4º Lugar individual na categoria Mirim (Torneio Consolação).

PREFEITO NO FACEBOOK



O Prefeito de Iguape, Tony Ribeiro, tem uma página movimentadíssima, no Facebook. Acho isso ótimo. Autoridades modernas não devem ficar escondidas em gabinetes, como se fazia no passado. Não é só o fato de “dar a cara prá bater”, mas estar presente no dia-a-dia dos cidadãos, o que hoje é bem fácil, dada a rapidez das comunicações.
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