sexta-feira, 8 de novembro de 2013

EU ACUSO


         LUIZ FELIPE PONDÉ

      Eu acuso: O bullying ideológico com os mais jovens é apenas o efeito, a causa é maior.
     Muitos alunos de universidade e ensino médio estão sendo acuados em sala de aula por recusarem a pregação marxista. São reprovados em trabalhos ou taxados de egoístas e insensíveis. No Enem, questões ideológicas obrigam esses jovens a "fingirem" que são marxistas para não terem resultados ruins.
     Estamos entrando numa época de trevas no país. O bullying ideológico com os mais jovens é apenas o efeito, a causa é maior. Vejamos.
No cenário geral, desde a maldita ditadura, colou no país a imagem de que a esquerda é amante da liberdade. Mentira. Só analfabeto em história pensa isso. 
      Também colou a imagem de que ela foi vítima da ditadura. Claro, muitas pessoas o foram, sofreram terríveis torturas e isso deve ser apurado. Mas, refiro-me ao projeto político da esquerda. Este se saiu muito bem porque conseguiu vender a imagem de que a esquerda é amante da liberdade, quando na realidade é extremamente autoritária.
      Nas universidades, tomaram as ciências humanas, principalmente as sociais, a ponto de fazerem da universidade púlpito de pregação. No ensino médio, assumem que a única coisa que os alunos devem conhecer como "estudo do meio" é a realidade do MST, como se o mundo fosse feito apenas por seus parceiros políticos. Demonizam a atividade empresarial como se esta fosse feita por criminosos usurários. Se pudessem, sacrificariam um Shylock por dia.
       Estamos entrando num período de trevas. Nos partidos políticos, a seita tomou o espectro ideológico na sua quase totalidade. Só há partidos de esquerda, centro-esquerda, esquerda corrupta (o que é normalíssimo) e do "pântano". Não há outra opção.
       A camada média dos agentes da mídia também é bastante tomada por crentes. A própria magistratura não escapa da influência do credo em questão. Artistas brincam de amantes dos "black blocs" e se esquecem que tudo que têm vem do mercado de bens culturais. Mas o fato é que brincar de simpatizante de mascarado vende disco.
        Em vez do debate de ideias, passam à violência difamatória, intimidação e recusam o jogo democrático em nome de uma suposta santidade política e moral que a história do século 20 na sua totalidade desmente. Usam táticas do fascismo mais antigo: eliminar o descrente antes de tudo pela redução dele ao silêncio, apostando no medo.
       Mesmos os institutos culturais financiados por bancos despejam rios de dinheiro na formação de jovens intelectuais contra a sociedade de mercado, contra a liberdade de expressão e a favor do flerte com a violência "revolucionária".
       Além da opção dos bancos por investirem em intelectuais da seita marxista (e suas similares), como a maioria esmagadora dos departamentos de ciências humanas está fechada aos não crentes, dezenas de jovens não crentes na seita marxista soçobram no vazio profissional.
       Logo quase não haverá resistência ao ataque à democracia entre nós. A ameaça da ditadura volta, não carregada por um golpe, mas erguida por um lento processo de aniquilamento de qualquer pensamento possível contra a seita.
       E aí voltamos aos alunos. Além de sofrerem nas mãos de professores (claro que não se trata da totalidade da categoria) que acuam os não crentes, acusando-os de antiéticos porque não comungam com a crença "cubana", muitos desses jovens veem seu dia a dia confiscado pelo autoritarismo de colegas que se arvoram em representantes dos alunos ou das instituições de ensino, criando impasses cotidianos como invasão de reitorias e greves votadas por uma minoria que sequestra a liberdade da maioria de viver sua vida em paz.
       Muitos desses movimentos são autoritários, inclusive porque trabalham também com a intimidação e difamação dos colegas não crentes. Pura truculência ideológica. Como estes não crentes não formam um grupo, não são articulados nem têm tempo para sê-lo, a truculência dos autoritários faz um estrago diante da inexistência de uma resistência organizada.

Recebo muitos e-mails desses jovens. Um deles, especificamente, já desistiu de dois cursos de humanas por não aceitar a pregação. Uma vergonha para nós.

ÍNDIOS E QUILOMBOLAS

O que se deve fazer com pessoas que não se enquadram no esquema civilizado, de estudar, treinar, arranjar um emprego e viver nas cidades ou, pelo menos, em núcleos civilizados, com atividades que se ajustem à economia moderna? De modo geral, procura-se uma solução para isso, mas depende do caso. Se o sujeito é branco ou negro e seus familiares viveram dentro da normalidade da civilização, tudo bem, dá-se um jeito de ele se enquadrar nos moldes civilizatórios. Mas e os índios e quilombolas?

Eu disse negro? Sim, todos os negros que estavam sob o jugo da escravidão e continuaram a viver nas cidades, passaram a ser empregados e, até, patrões, em vez de servos, começaram a resolver seus próprios problemas, em vez de obedecerem aos planos de um “senhor”. Mas havia uma categoria de ex-escravos que vivia escondido na mata, fugindo à execração da condição escravista. Quando foi proclamada a Abolição, os negros da cidade procuraram seus nichos de sobrevivência, sabe-se que com dificuldade, mas seus descendentes foram aos poucos, conquistando os mesmos direitos de seus antigos patrões. 

Os que haviam fugido para a mata, porém, formaram quistos de cultura meio africana, meio americana, e assim sobreviveram, se multiplicaram e se estabeleceram de maneira permanente, no interior do País. Depois da Abolição, perderam sua condição de fugitivos e ganharam a “promoção” de quilombolas. “Ganharam”, eu disse, mas será que ganharam mesmo? Se uns parentes nossos, por razões quaisquer tivessem fugido para o mato, depois de passado o perigo não faríamos tudo para que eles e seus descendentes voltassem para a civilização?

E os índios? Será que a vida selvagem e primitiva é tão boa, assim, que os brancos fazem de tudo para que eles continuem por lá, em vez de se integrarem à civilização? É verdade que nossos índios, na atualidade, vivem de laptop nas mãos, discutindo posse de terras, direito à saúde (médicos e hospitais) e até ameaçando políticos que não cuidam de lhes arranjar alguns confortos. Mas fica uma duplicidade de situação: eles podem continuar sua “cultura”, mas o país tem o dever de lhes facilitar o acesso às coisas da civilização.


Está claro que tudo isso que escrevo não tem nenhum sentido, quanto mais valor, numa mesa de discussão, entre antropólogos, políticos, religiosos, etc. Porque todos esses profissionais se acham (e têm, de alguma maneira) no direito de decidir o que é melhor para nossos negros quilombolas e índios. Ainda mais que os próprios não têm formação suficiente, nem em política, nem em antropologia, para decidir seu próprio destino. E por falar nisso, será que a maioria de nossa população tem formação suficiente para decidir seu próprio destino? Bem, no final, quanto aos índios e quilombolas, tudo o que se promete a eles é que ninguém vai mexer nos seus privilégios. Privilégios esses que incluem algumas atividades proibidas aos “brancos civilizados”: desmatamento, colheita de palmito, matança de animais silvestres, etc. Enfim, são as contradições da vida!

Registro, Iguape e Sete Barras comemoram o Centenário da Colonização Japonesa


Com a participação especial de 24 cidadãos de Nakatsugawa, foi realizada na noite de quinta-feira, 31 de outubro, a solenidade em comemoração ao Centenário da Colonização Japonesa em Registro, Iguape e Sete Barras, que reuniu cerca de 500 pessoas, no Hangar 116. Marcado por homenagens e agradecimentos, o evento contou com a presença de dezenas de autoridades, entre elas, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Samuel Moreira da Silva Junior, o cônsul geral do Japão em São Paulo, Noriteru Fukushima, o prefeito anfitrião, Gilson Fantin, e o prefeito de Nakatsugawa, Setsuji Aoyama.

Também participaram da solenidade os deputados federais Walter Ihoshi e Junji Abe; a presidente da Câmara de Registro, Inês Kawamoto; prefeito de Iguape, Toni Ribeiro; presidente da Câmara de Nakatsugawa, Kenzo Takame; vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social, Anacleto Hanashiro; presidente do Convênio de Cidades Irmãs de Registro, Kunihiko Takahashi; presidente do Convênio de Cidades Irmãs de Nakatsugawa, Jun Sugimoto; comandante do 14º Batalhão da Polícia Militar, José Antonio Sanches Milat; delegado seccional de Polícia, Flávio Ruiz Gastaldi; além de prefeitos e vereadores da região e lideranças das colônias japonesas do Estado.

Após o culto budista e a apresentação dos vídeos “Nakatsugawa” e “100 anos da Colonização Japonesa”, o presidente da comissão organizadora do Centenário, Toshiaki Yamamura, deu as boas-vindas a todos e destacou a importância de manter vivas as tradições japonesas. Yamamura agradeceu ao Brasil por ter acolhido os imigrantes e disse que a melhor forma de retribuir é continuar trabalhando pelo desenvolvimento do País.

O prefeito Gilson Fantin lembrou que o Vale do Ribeira foi a primeira região do País a receber imigrantes japoneses que vieram com a intenção de se estabelecer e fixar raízes. “Colonizadores que colocaram seus sonhos a serviço do nosso Brasil”, destacou. “Em nome dos municípios de Registro, Iguape e Sete Barras, quero deixar o agradecimento especial a cada imigrante japonês e seus descendentes, que contribuíram e ainda trabalham incansavelmente pelo desenvolvimento da nossa região. A todos a nossa homenagem e o nosso reconhecimento”, concluiu o prefeito.

Encerrando os discursos, o deputado Samuel Moreira citou que São Paulo é o maior polo de concentração de japoneses fora do Japão, reunindo cerca de 1 milhão de pessoas. “Como em todo o país, aqui no Vale do Ribeira, onde se estima que a colônia seja formada por cerca de 5 mil famílias – 1.300 só em Registro -, os imigrantes e seus descendentes têm dado enorme contribuição para o desenvolvimento econômico, social e político da região”, afirmou o presidente da ALESP.

HOMENAGENS

Diversas homenagens marcaram a solenidade em comemoração ao Centenário da Colonização Japonesa. A comissão organizadora homenageou dez personalidades que contribuíram com a colônia: Kiyoshi Seimaru (in memorian), Hideo Nasuno, Issao Takiute, Yoneko Seimaru (todos de Registro), Toraju Endo, Yoshinobu Yamane, Kiyomi Ohta de Oliveira (Sete Barras), Massaru Nomura (in memorian), Yoshitsugu Yanaguisawa e Massakazu Nishidate (Iguape).

O deputado Junji Abe manifestou sua gratidão a Elisa Akiko Untem e a Kuniei Kaneko – presidente do Bunkyo, pelos esforços em manter a cultura japonesa. A Associação Cultural e Esportiva Registrense (antigo RBBC) também prestou homenagem aos primeiros presidentes do clube: Sizenando de Carvalho (in memorian) – recebida pelo filho Rolando Irapuã de Carvalho; e Jonas Banks Leite (in memorian)- recebida por Waldirene Meirelles Alves.

O prefeito Gilson Fantin, a presidente da Câmara, Inês Kawamoto, e o presidente da ACER, Rubens Shimizu, receberam o título de Cidadão de Nakatsugawa. Já a Câmara de Registro entregou título de cidadão registrense ao prefeito de Nakatsugawa, Setsuji Aoyama, ao presidente do convênio de Cidades-Irmãs de Nakatsugawa, Jun Sugimoto, e ao diretor do convênio, Tadao Ogura.

A solenidade contou ainda com a participação da aluna do Centro de Línguas, Ana Júlia Hirota da Silva, que abordou um pouco da história da colonização em japonês. E antes do jantar, os japoneses mais idosos da colônia, Nabe Oyadomari e Yoshitsugu Yanaguisawa, cortaram o bolo do Centenário.

UM POUCO DE HISTÓRIA

Foi no Vale do Ribeira, na segunda década do século XX, que se iniciou a colonização japonesa em terras brasileiras. Antes disso, os primeiros imigrantes nipônicos a aportarem no Brasil, em 1908, não tinham intenção de fixar residência. Vieram com o intuito de trabalhar em fazendas no interior de São Paulo, cumprir contrato com tempo limitado (cinco anos), fazer uma reserva financeira e retornar à terra natal.

Cronologicamente, o Conjunto Iguape -Registro-Sete Barras e Katsura, foi a primeira grande colônia formada por japoneses no Brasil. Eram empreendedores, vieram como proprietários de suas terras, tinham objetivo de se fixar, produzir arroz e até exportar. Preocuparam-se em aprender o idioma, construir escolas, integrar-se à população local e interagir com o novo meio.

Em 1973, convencionou-se o ano de 1913 como data oficial da entrada dos primeiros imigrantes japoneses no Vale do Ribeira. Em 2006, Registro recebeu o título de “Marco da Colonização Japonesa”, por meio do Decreto Estadual nº 50.652. E, em 2008, o município de Iguape passou a ser oficialmente considerado o “Berço da Colonização Japonesa no Brasil”, por meio da Lei Federal nº 11.642.


Iniciadas as aulas do curso de maquiagem do Via Rápida de Emprego em Jacupiranga


As turmas do curso de maquiagem do Via Rápida Emprego iniciaram as aulas em Jacupiranga no último dia 30 de outubro. A procura por vagas do curso surpreendeu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT), que promove a iniciativa nos municípios paulistas.

Foram disponibilizadas para Jacupiranga 60 vagas, porém como é de procedimento da Secretaria, foi enviado um número maior de telegramas convocando para as inscrições, cerca de 4 a mais por vaga. A partir daí, houve uma seleção obedecendo aos critérios da Secretaria e realizadas as inscrições. 
Todo o processo, desde a inscrição, via site do Via Rápida, seleção e convocação, fica a critério da Secretaria, não tendo a Prefeitura qualquer acesso a essas informações, responsável apenas pelas inscrições.

O curso está sendo promovido na Escola Capitão Bernardo Ferreira Machado e por intermédio da Prefeitura Municipal, houve a possibilidade de serem contratadas profissionais do próprio município para ministrar as aulas. Com o sucesso no número de inscrições, o prefeito José Cândido Macedo solicitou a vinda de mais cursos para a cidade tão logo sejam encerrados os de maquiagem e de pedreiro, pedido que já foi sinalizado como positivo. Em breve, Jacupiranga terá mais oportunidades de capacitação profissional através do programa Via Rápida - Emprego.


O Programa Via Rápida - Emprego é uma parceria entre a Prefeitura Municipal e o Governo do Estado de São Paulo, tendo como objetivo capacitar gratuitamente a população que está em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho, ou que deseja ter seu próprio negócio. Podem participar do Programa pessoas maiores de 16 anos, alfabetizadas e que residam no Estado de São Paulo. Será dada prioridade aos candidatos: que estejam desempregados, com maior idade, baixa escolaridade, mulheres arrimo de família e pessoas com maiores encargos familiares.

Iguape comemora 475 anos, com grandes apresentações



No dia três de dezembro, Iguape completará 475 anos de história. A festa acontecerá no Centro de Eventos Casemiro Teixeira, a partir das 20h00 e a entrada será 1 kg de alimento não perecível. Entre as atrações, estão à peça teatral com a Cia dos Causos (Melhores Histórias), Show gospel com Sara e banda, desfile cívico no dia três de dezembro, encontro de corais da melhor idade, final do campeonato iguapense de futebol, categorias livre e juvenil, entre outros.

Para quem curte uma boa música, as atrações serão inúmeras. No dia 30 de novembro, quem se apresenta é a banda Biquini Cavadão, no dia 1º é a vez da banda Roupa Nova marcar presença, no dia dois Dani e Danilo e Marciano animarão a festa e, para encerrar as comemorações, no dia 3, com “chave de ouro”, Benito di Paula.

Os artistas regionais também marcarão presença, estarão presentes, Rock in Roll 678, Yasmin Farias, Jeferson Luiz e Junior e o grupo Pura Expressão.
O evento é uma realização da Prefeitura e da Câmara de Iguape e conta com o apoio da Sandra Muniz Produções e do Governo do Estado de São Paulo

Confira a programação completa:

DIAS 26,27 E 28 DE NOVEMBRO:

MÚSICA NO BAIRRO:
Popular 2: Dia 26 às 18h00
Nova Iguape: Dia 27 às 18h00
Pracinha dos Cachorrões: Dia 28 às 18h00

DIA 28 E 29 DE NOVEMBRO:

Peça teatral com a Cia dos Causos (Melhores Histórias)

DIA 29 DE NOVEMBRO – Show Gospel

Sara e banda/local: Centro de Eventos – às 21h00
DIA 30 DE NOVEMBO:

Circuito Cultural Paulista – Peça teatral (O Ambulante)
Local: Centro de Eventos às 20h00

Encontro de corais da melhor idade/ Centro de Eventos às 14h00
DIA 3 DE DEZEMBRO:

Desfile Cívico / Local: Praça da Basílica às 10h00

FINAIS DO CAMPEONATO IGUAPENSE DE FUTEBOL:

Dia 30/11 – Equipe Fênix (Basquete em cadeira de rodas)
Local: ESA – Instituto Educacional
Dia 03/12 – Categorias Livre e Juvenil

Local: Estádio Américo Mâncio às 13h30

Comitiva de Nakatsugawa visita Registro e fortalece convênio de Cidades-Irmãs


Em três dias, eles cumpriram uma extensa agenda de eventos comemorativos, visitas e passeios turísticos. A comitiva japonesa de Nakatsugawa chegou a Registro por volta das 13 horas de quinta-feira, 31/10, e foi recepcionada no Gabinete do prefeito Gilson Fantin após o almoço. Além do prefeito Setsuji Aoyama e da primeira-dama Tomoko Aoyama, também vieram do Japão o presidente do convênio Cidades-Irmãs Jun Sugimoto e a esposa Yoko, o presidente da Câmara, Kenzo Takami, membros do Rotary Club, Lions Club e diretores municipais, num total de 24 pessoas.

Na frente da Prefeitura, os japoneses foram recebidos por crianças da Escola Anna Pinto e pela Banda Municipal de Registro, que tocou as músicas “Viva La Vida” (Coldplay) e “Heal the World” (Michael Jackson).
Além de reforçar a amizade entre os dois países, a visita da comitiva fortaleceu o convênio de Cidades-Irmãs, firmado há 33 anos entre Registro e Nakatsugawa. Durante reunião na tarde de sexta-feira, 1/11, entre os prefeitos Gilson Fantin e Setsuji Aoyama, os presidentes do convênio Cidades-Irmãs de Nakatsugawa, Jun Sugimoto, e de Registro, Kunihiko Takahashi, junto com a diretoria do Bunkyo, ficou claro que o convênio precisa ir além das visitas que os dois municípios realizam a cada dois anos.

“Em comum acordo, decidimos que a Prefeitura firmará convênio com o Bunkyo para criar uma estrutura de suporte para fortalecer os vínculos e a comunicação entre Registro e Nakatsugawa”, explica o prefeito Gilson Fantin. Os dois municípios também devem investir em um programa de intercâmbio de jovens e criar um grupo de trabalho permanente, para facilitar a troca de experiências que possam contribuir na solução de problemas comuns.


A comitiva de Nakatsugawa participou da solenidade em comemoração ao Centenário da Colonização Japonesa, realizada no dia 31/10, visitou a Apae, o Hospital São João, o AME e a CRIFF. Entre os passeios turísticos, os japoneses conheceram Iguape e Sete Barras e visitaram o Museu da Imigração Japonesa no KKKK, a Praça Nakatsugawa e o Templo Budista. Participaram ainda de um jantar no Rotary Clube e da cerimônia do Tooro Nagashi, realizada nos dias 1 e 2/11. 

Eldorado participa de encontro que discutiu sobre os direitos quilombolas, em Iporanga

Mais de cem pessoas participaram, na última quarta-feira (30), da segunda audiência pública, que discute sobre os direitos dos moradores das comunidades quilombolas do Vale do Ribeira. O encontro ocorreu em Iporanga e contou com a participação de representantes das comunidades e órgãos ligados a causa quilombola, além do Prefeito Valmir da Silva e do Coordenador de Assuntos Quilombolas de Eldorado, André Luiz Pereira.


A audiência foi considerada produtiva entre os participantes e abordou temas de interesse das comunidades como saúde, educação, energia elétrica, estruturação das estradas entre outros assuntos pertinentes. Durante o encontro as lideranças puderam expor a realidade em que vivem e fazer reivindicações para as autoridades presentes. Ao término do evento, foi formalizada uma carta reivindicando o reconhecimento imediato do quilombo de Bombas, em Iporanga.
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